terça-feira, 20 de junho de 2017

The CodFish

Estou programando em java para Android fazendo um novo aplicativo (TOP SECRET) que possui uma lista com N itens. No Android isso se chama ListView, GridView ou ViewPager (dentre outros). No meu caso é um ViewPager, onde cada item da lista pode conter um layout com um monte de componentes (botões, texto e outros). Estes componentes podem ser adicionados pelo usuário, criando mais itens na lista. Parece fácil: usuário clica em um botão e adiciona mais um item. Refresh na lista e tudo beleza. E depois de uns 40 minutos para colocar tudo vindo de um banco de dados, colocar o sistema para inserir: tudo funcionou bonito! Até que encontrei um BUG! Dava erro APENAS quando o usuário adicionava o primeiro item na lista. Não aparecia nada! Pior ainda. Se o usuário adicionasse um monte de itens logo de cara, não dava refresh na lista e nada aparecia. Era como se nada tivesse feito... Fóruns, stackoverflow, google, doideira em russo, e nada de descobrir porque isso acontecia. Até que encontro uma pergunta no Stack Overflow dando um monte de sugestões para resolver algo semelhante a este problema. Fiz tudo. Nada deu certo... Depois de horas vagando na internet encontrei um código semelhante ao meu onde o maluco colocou um comentário: nunca coloque ZERO nesta variável, que define a quantidade de componentes da lista. Nunca coloque ZERO, escrevia o programador assustado em maiúsculas. Aparentemente, se o número de itens for ZERO, em um dado momento, o componente não atualiza mais nada, mesmo que você adicione itens. Só se você destruir tudo e reconstruir. Toda a tela! Solução bacalhau: passa a ter um primeiro item fixo que será a "capa", "título" ou "cabeçalho" dos itens. Ninguém tinha pensando nisso? E se encher o saco coloco este item com ZERO de largura e altura! Gênio! Chamo este item de codFish...

sexta-feira, 19 de maio de 2017

O governo Temer acabou, Aécio também!

Lógico que tem que ter impeachment do Temer. Nunca houve, contra qualquer presidente na história, AMPLAS PROVAS de CRIMES com tamanha gravidade. Não é pedalada fiscal como no caso da Dilma. Não é nada que tenha que interpretar a lei para tentar possivelmente verificar que houve um erro contábil proposital. Não é isso! É CRIME MESMO! Não é reforma na casa da Dinda ou Fiat Elba ou bobagens sem importância. É pura propina e arranjo para calar político. Tudo com PROVAS irrefutáveis. Não é ideia de jornalista e capa de Veja. É tudo sério e documentado. Não há como se defender do que está gravado. E volto a dizer que vamos descobrir em breve que o impeachment da Dilma foi pago com propina. Sempre que há ampla maioria, mais que 2/3 para aprovar alguma coisa, tem treta. Sempre teve! E a Globo hein? Não sabe em quem atira. A Globo desembarcou do Golpe porque já sabia que a casa ia cair? Estão tão falidos e combalidos que agora até urubu é anjo! E os tucanos dizendo que vão sair do governo? Que compostura! Seu presidente não foi pego em uma negociação com 2 milhões em propina? Não é dólar na cueca não! São 2 milhões! É narcotráfico, assassinato ou corrupção ativa? Pode escolher... A cagada que vamos nos meter dentro em breve nos deixará com saudades da boa época da crise do governo Dilma. Ah! Bons tempos...

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Jornal Nacional otimista!

Ontem o jornal nacional decretou o fim da recessão. Nenhuma palavra sobre a mudança no cálculo que levou a esta conclusão e nenhuma adversativa "mas" depois da notícia.

Até achei que não era a Globo de verdade.

Tive que olhar bem a cabeleira do Bonner para garantir que havia a marca de tinta branca lixada.
Só alegria! As empresas "já estão começando a investir", dizia o âncora em voice over, possivelmente com sorriso de orelha a orelha.

Não vejo o jornal da globo assim tão contente e otimista há mais de 20 anos. Que beleza!

Devo ficar contente também?

domingo, 16 de abril de 2017

Odeio Coentro!

Hoje eu li uma reclamação no iFood, site de delivery de comida, que me fez refletir sobre a natureza humana. O cliente começava logo esculhambando:

- Não gosto de coentro e o feijão veio cheio de coentro! E o pior, eu coloquei em cima do arroz que acabou estragando também. Tive que comer apenas o purê de batata doce que estava um pouco sem sal. Comida horrível! 

Este é um restaurante barato, que geralmente serve refeições com menu fixo. Já pedi várias vezes e a comida é boa. Talvez eu não tenha tamanha aversão ao coentro, mas isso não vem ao caso.

Meu pensamento sobre isso é exatamente o ponto que chegamos na nossa civilização: há milhões de anos atrás um exemplar de nossa espécie teria que se atracar com algum animal bem grande para garantir a refeição da semana, ou se contentaria em roer alguma raiz dura e amarga para pelo menos sobreviver.

Hoje, depois de tanto tempo de evolução, um homo sapiens usa o touchscreen de um sistema online digital para reclamar que sua comida estava levemente mais temperada do que o tolerável ao seu apurado paladar. Deu apenas uma estrela, no total de cinco, o que fará o restaurante ter ainda mais dificuldade em vender comida por um preço mais baixo. 

O iFood é uma selva e os clientes são os predadores. Já vi outros soltando os poodles só porque o feijão vazou um pouco no arroz: tudo isso porque a embalagem com divisórias não era tão a prova de balas como o exigido pelos altos padrões culinários dos nossos tempos.

Mas eu não sou assim e por isso continuo pedindo comida neste e em outros restaurantes. Pelo menos até eles resolverem colocar salsa. Eu odeio salsa!

PT é o Judas dessa páscoa...

Estamos passando por um momento de reflexão. Todos devem se perguntar porque continuam falando mal do PT, reclamando da corrupção do PT e resmungando sobre o que o PT fez de ruim. Porque enquanto isso o governo TEMER, recheado de DEM, PSDB e outras oposições históricas aos trabalhadores, continua aprovando todo tipo de maldade.
A terceirização, o fim da CLT, o fim da universidade pública e do nosso direito à aposentadoria deveriam nossos inimigos, logo eles que ressuscitaram de um passado sombrio para nos levar o futuro.
Mas o que importa é o PT. E este Lula? Ah! Este Lula...