quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Eu acho o BBB um programa fantástico

Coloca-se um bando de desconhecidos em uma local cheio de câmeras. Não há necessidade de qualquer talento ou habilidade. Tudo bem barato.

Globo já tem a casa, as câmeras e a parte técnica. Em outras palavras, tudo é custo fixo bem diluído!

Só o prêmio é realmente um gasto, mas se você o dividir pelo número de participantes e pelo tempo de programa não chega perto dos piores salários de atores da Globo. E tudo sem custos trabalhistas ou impostos!

E tem mais! Se colocar propaganda em todos os cantos de uma produção artística fica ridículo. No BBB não... até a comida que eles comem é patrocinada. Fazem comercial de Carro, supermercado ou Cartão de crédito. Vale tudo!

Não precisa de autor, redator, atriz ou ator. Qualquer brincadeira digna de programa infantil é mais que o suficiente.

E tudo que se filma no BBB é ouro. Vende-se PayPerView 24h! Que outro programa consegue isso? Quem pagaria para ver incontáveis horas de produção de filmes e novelas? No BBB tudo é vendido!

O Big Brother capta, com perfeição, o tipo de pessoa que ainda assiste tv aberta: gente superficial, que gosta de fofoca e que não tem a menor vontade de pensar.

Um programa brilhante!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Queremos gasolina barata e 600 bilhões!

Vejo muita gente reclamando que a gasolina no EUA é bem mais barata do que no Brasil, que nossos preços são "um absurdo" e assim por diante.

Por outro lado, se a gente arrumasse para Dilma 600 billhões anuais, o atual orçamento militar americano, o governo baixava o preço da Gasolina rapidinho, sem precisar de guerra, pretexto de terrorismo e "armas de destruição em massa". 

Se você pensar bem, os americanos pagam bem mais caro para ter um bom preço na Gasolina. Mesmo que seja necessário quebrar todo o mundo para manter o seu luxo inútil.

E o imposto de renda americano? Obama queria aumentar além dos 50% e os republicanos eram mais "conservadores" e achavam que metade do que se ganha estava "bom". 

Ah, se eu morasse nos EUA, a gasolina seria tão barata!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O fim do Late Late Show com Craig Ferguson.

Há sete anos atrás eu comecei a escolher programas não americanos para treinar o meu inglês. Assisti Merlin, depois Misfits, Downton Abbey e muitos outros. Comecei também a ver "talk shows" pois são de difícil compreensão, e um dos meus preferidos sempre foi o Late Late Show do apresentador Escocês Craig Ferguson.

Nestes últimos cinco anos acompanhei toda a carreira dele, ví os programas antigos, que existem desde 2005, enquanto assitia todos os novos. Cheguei a acompanhar vários programas ao vivo direto do Feed da TV americana CBS. Fiquei fã do show, que certamente é um dos mais simples e baratos da TV americana.

Acompanhei a evolução do programa quando ele apresentou o robô esqueleto gay Geoff Peterson, o cavalo "fake" Secretariat, o Ass Mode, os jingles do twitter, a imitação de Aquaman, as sacanagens com a família real inglesa, a lareira falsa, o quadro do Paul McCartney e outros. Bobagens simples que ele transformava em puro ouro de comédia. Provava, mais uma vez, que ser engraçado não quer dizer ser politicamente incorreto ou ofensivo. Basta fazer rir!

Um talk show fantástico por ser quase totalmente improvisado e incrivelmente divertido. Não é plástico, como a maioria dos programas do gênero, pois Craig fala o que pensa sem fingir interesse em nada.

Inaugurou um estilo de entrevista onde não se promove nada comercial. Só bobagem! Um tipo de entretenimento puro que anda perdido no meio de tanta informação irrelevante pseudo engajada.

Encarei com muita tristeza em 19 de dezembro o último episódio do Late Late Show com Craig Ferguson. Apesar do programa ser campeão de audiência, o talk show vai acabar porque Craig quer seguir outros trabalhos. Quem faz isso na TV? Quem pode fazer isso? Só um cara fantástico como ele mesmo!

Assistam o último episódio do programa, onde Craig entrevista o também "talk show host" Jay Leno. Muito legal! Triste por ser o último, mas ainda divertido!

https://www.youtube.com/watch?v=DiKOtAcaUfQ

sábado, 10 de janeiro de 2015

Não sou Charlie Hebdo droga nenhuma

Nada justifica o terrorismo contra os jornalistas e cartunistas do Charlie Hebdo. Isso é fato! Mas convenhamos, as ilustrações eram de um mau gosto absurdo. Eram ofensivas e ridículas.

As caricaturas eram um ataque covarde à uma religião e à um povo, travestidos como se fossem "liberdade de expressão". Não seriam tão badalados se batessem mais veementemente nas religiões ocidentais. Se fizessem, por exemplo, constantes brincadeiras envolvendo o revisionismo do holocausto, considerado crime em vários países.

Não sou Charlie Hebdo droga nenhuma! Sou brasileiro e respeito a religião dos outros. Meu nojo ao ver as ilustrações só foi menor que meu repúdio ao ainda mais covarde ataque terrorista.